Dra.Matilde Sposito, médica fisiatra especialista em bloqueios neuroquímicos, explica como funcionam os tratamentos, indicados quando nenhuma outra solução funciona.

A dor na região lombar, conhecida como lombalgia, é uma das mais frequentes e incapacitantes, afetando mais de 500 milhões de pessoas no mundo. Também é a principal causa de afastamento do trabalho e aposentadoria por invalidez, depois dos 45 anos de idade.

As causas para o problema que aflige tantos podem estar diretamente ligadas aos hábitos da vida moderna, como explica Dra. Matilde Sposito, médica fisiatra especialista em bloqueios neuroquímicos, que atende em Sorocaba, Araçoiaba da Serra e São Paulo. “Sedentarismo, má postura (tanto em pé, como sentado), obesidade e hérnias de disco são algumas das causas de dor lombar, que pode, inclusive, irradiar para as pernas”, conta.

Para um tratamento efetivo, é necessária uma avaliação cuidadosa, a fim de identificar os fatores desencadeantes. “Na maioria dos casos, é possível tratar a lombalgia com medicamentos, reeducação postural, perda de peso, fortalecimento muscular e sessões de fisioterapia. Em outros, sobretudo os relacionados às hérnias de disco em estágio avançado, é necessária a intervenção neurocirúrgica”, complementa a médica.

Nas situações em que as intervenções convencionais não surtem efeito e a dor permanece de forma crônica, é recomendado consultar um médico fisiatra, que é especialista em reabilitação física. O profissional de reabilitação dispõe de meios e técnicas que buscam controlar a dor, proporcionando alívio dos sintomas e melhora da qualidade de vida. “Dentre os principais métodos existentes, podemos citar a mesoterapia, técnica que faz uso de microinjeções na região lombar, em doses medicamentosas reduzidas, mas com potencial para obter resultados muito satisfatórios diretamente na região afetada”.

Após a aplicação, os remédios entram em ação e, em alguns dias, a inflamação diminui e os músculos relaxam, cessando a dor. A mesoterapia de coluna lombar exige dentre cinco a dez sessões, feitas uma vez por semana. “Após esse período, é esperado que o paciente entre em processo de remissão da dor, ou seja, o incômodo vai diminuindo até desaparecer. Novas sessões serão necessárias apenas depois de alguns meses, ou se a dor retornar antes”, conta a fisiatra.

Outras alternativas de tratamentos fazem uso do agulhamento seco, técnica em que são inseridas agulhas nos trigger points (área de sensibilidade à dor) para quebrar a fibrose e diminuir o desconforto. Também podemos fazer bloqueios anestésicos de pontos motores. “Qualquer tratamento fisiátrico deve ser acompanhado de fisioterapia, com reforço muscular e correção postural. A associação destes procedimentos costuma ter muito bons resultados, tanto no sentido de diminuição da dor, quanto no da melhora da qualidade de vida”, detalha Dra. Matilde.

 

Dra. Matilde atende em Sorocaba (SP), na clínica Ápice Medicina Integrada, que fica na Rua Eulália Silva, 214, Jardim Faculdade, telefone: (15) 3229-0202. Em São Paulo (SP), na Rua Deputado Laércio Corte, 1200, Ap 81, Panamby-Morumbi, telefone (11) 97483-7700 e em Araçoiaba da Serra (SP), na Rua Tenente Benedito Camargo Pinto, 461, Centro, telefone: (15) 3281-2773.